O Programa Nacional de Desfibrilhação Automática Externa (PNDAE) desenvolvido após a publicação do Decreto-Lei 188/2009 de 12 de agosto veio reforçar as medidas de segurança e prevenção em espaço escolar. O Programa Municipal de Sintra de Desfibrilhação Automática Externa dotou, com este meio de socorro, escolas do 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e secundário e proporcionou formação certificada a professores e assistentes.


O AGML tem um dispositivo de desfibrilhação precoce para reiniciar o coração (DAE) na escola sede localizado no posto médico, outro na escola básica D. Fernando II que se encontra no pavilhão velho, junto da sala 18 e do posto médico e um terceiro na escola básica integrada de Colares situado junto à entrada da sala de professores, do lado esquerdo.
O DAE é um dispositivo computorizado que é conectado por elétrodos adesivos a uma vítima SEM SINAIS DE VIDA. A maioria dos DAE opera da mesma maneira e tem componentes similares. Este dispositivo só recomenda a aplicação do choque se o ritmo cardíaco da vítima for passível de tratamento por choque. O DAE fornece mensagens sonoras e visuais para orientar as ações do reanimador.
Na maioria dos casos de PCR o coração para de bater, eficazmente, devido a uma perturbação do ritmo designada fibrilhação ventricular (FV). O único tratamento eficaz para a FV é a administração de um choque elétrico (desfibrilhação). A probabilidade de sucesso da desfibrilhação decresce entre 7 a 10% por minuto após o colapso, a não ser que o SBV seja realizado (Cummins, 1989).


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Para saber mais … (anexo)